Conferência de Mulheres Transformadas

Nossa Conferência de Mulheres Transformadas, esta chegando. Não fique de fora destes dias. Onde teremos a presença da nossa querida, Pra Lana Borges (Igreja Sal da Terra), Pr. Rodrigo e Pra Evelyn Soeiro (Igreja ADAI – Assembleia de Deus do Ipiranga).

Nossas inscrições já começaram. Os horários serão no dia 03.06. As 21H nossa abertura e três sessões no dia 04.06 às 10H, 15H e 20H. Teremos almoço incluso no valor de $100,00. Fora que teremos brindes, desfiles e etc… Você pode fazer a sua inscrição, na igreja, pelo telefone ou com depósito na conta da própria CTPF. Contato da Secretaria com Aline (11) 4163-1337, após as 14H.

Te Esperamos!

Mês de Maio – Ler o livro de Jeremias

Deus tem colocado no nosso coração a necessidade de estarmos neste Mês de Maio lendo e meditando no livro de JEREMIAS. Um profeta que tem um chamado muito importante. Profetiza para os reinos de Judá e de Israel em uma época onde a maldade era muito grande, e pelo incrível que pareça e tem as suas grandes decepções com pessoas da mesma fé, assim é em nossas vidas muitas decepções vem de pessoas da nossa própria casa. Mas não desanime! Deus esta no controle de tudo. BOA LEITURA “Escute, Jeremias! Todas as pessoas desta terra, isto é, os reis de Judá, as autoridades, os sacerdotes e o povo, vão ficar contra você. Mas hoje eu estou lhe dando forças para poder enfrentar essa gente. Você será como uma cidade cercada de muralhas, como um poste de ferro, como um muro de bronze. Eles não o derrotarão, pois eu estarei ao seu lado para protegê-lo. Eu, o Senhor, falei.”
Jeremias 1:18-19 NTLH

Unidade na Diversidade

Existe base bíblica para a “unidade na diversidade doutrinária”?

Dr. Alberto Timm

Os defensores da “unidade na diversidade doutrinária” geralmente divergem da posição doutrinária oficial da Igreja, e buscam no assim chamado “pluralismo teológico” (uma espécie de democracia teológica) espaço para abrigar suas teorias e interpretações doutrinárias particulares. Gerhard F. Hasel, quando ainda dirigia os programas de PhD e ThD do Seminário Teológico da Universidade Andrews (EUA), me disse certa ocasião que o “pluralismo” simplesmente não existe. É apenas um rótulo que a pessoa usa para que suas ideias sejam aceitas. Mas, tão logo isso ocorra, o indivíduo se torna intransigente, como qualquer outra pessoa, para com as opiniões divergentes dos outros. Com o passar do tempo, tenho me convencido cada vez mais da veracidade dessa posição. O conceito de “unidade na diversidade” é realmente enfatizado por Paulo em 1 Coríntios 12 em relação à “diversidade nos serviços” (v. 5) e à “diversidade nas realizações” (v. 6). Ellen White declara que “pela diversidade dos dons e governos que Ele [Deus] pôs em Sua igreja, todos alcançarão a unidade da fé” (Testemunhos para Ministros, p. 29), e que “não devemos pensar que é nossa obrigação falar exatamente as mesmas coisas, representando as mesmas coisas por meio das mesmas palavras” (Manuscript Releases, v. 8, p. 67; Ibid., v. 9, p. 26). Mas em nenhum lugar da Bíblia ou dos escritos de Ellen White existe alguma insinuação em favor de uma unidade na diversidade de crenças e doutrinas. O que a Bíblia realmente ensina é a “unidade da fé” (Ef 4:13).

Na mesma epístola que fala a respeito da “diversidade nos serviços” (1Co 12:5) e “diversidade nas realizações” (1Co 12:6), Paulo também enfatiza a unidade doutrinária. Por exemplo, em 1 Coríntios 1:10, ele exorta: “Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.” Em 1 Coríntios 4:6, é dito: “não ultrapasseis o que está escrito”. Em Gálatas 1:8 e 9, Paulo acrescenta: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do Céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos pregue evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema.”

Lamentavelmente, a identidade da Igreja está sendo hoje seriamente  ameaçada por um número considerável de pregadores e escritores que colocam a criatividade e a imaginação pessoais acima do bom-senso interpretativo. Existe uma forte tendência de se substituir a autoridade normativa da Palavra de Deus por intuições subjetivas atribuídas ao Espírito Santo (cf. Mt 7:21-23). Desconhecendo os princípios básicos de interpretação bíblica, muitos se sentem na liberdade de atribuir ao texto sagrado significados artificiais, destituídos de um claro “assim diz o Senhor”.

A genuína unidade doutrinária só pode existir entre aqueles que reconhecem e aceitam a autoridade normativa da Palavra de Deus, e a interpretam adequadamente. Se aceitarmos o princípio de que devemos viver “de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4:4), jamais isolaremos partes das Escrituras em detrimento de outras. Se concordarmos que “a Bíblia é sua própria intérprete”, jamais nos sentiremos na liberdade de impor ao texto sagrado significados artificiais, não sugeridos pelo próprio texto. Portanto, mesmo em face à diversidade de dons e serviços dentro da comunidade de crentes (ver 1Co 12), devemos zelar pela unidade doutrinária e pela lealdade incondicional ao texto bíblico interpretado corretamente. É maravilhoso saber que nestes dias finais da história humana, caracterizados por inúmeras interpretações artificiais e teorias conflitantes, “Deus terá sobre a Terra um povo que mantenha a Bíblia, e a Bíblia só, como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 595).

Não Chores

NÃO CHORES – Lc 7.11-17.

Temos neste relato, mais uma mensagem poderosa, o filho de uma viúva que de um esquife, levantou-se para a vida novamente, uma nova vida.

I – UMA VIÚVA (v .12):

Jesus depois de operar maravilhas em Cafarnaum, vai a cidade de Naim, com Ele iam muitos discípulos, além de grande multidão.

Mas a surpresa, quando estavam chegando perto da porta da cidade, Jesus depara-se com a cena triste de um cortejo fúnebre, uma grande multidão, um defunto no esquife e a mãe desconsolada acompanhando o que no momento era o mais precioso, o seu filho, que agora  estava morto, sendo levado a sepultura.

Com certeza este seu filho, um adolescente que era a única pessoa que a ajudava no labor do dia a dia, pois o texto trata da viúva e seu dilema. Já vivia sem o marido e a situação de vida piorou, pois perdeu o seu filho único, o texto não revela a causa da perda, mas o efeito, pois  uma grande multidão seguia o cortejo, prova que o jovem e sua família eram queridos e conhecidos na cidade de Naim.

II – NO OLHAR DE JESUS (v.13):

Este versículo é maravilhoso, Jesus olha, contempla, presta atenção na viúva desconsolada, pois o texto diz; “ e vendo-a…” quando Jesus contempla a situação de qualquer ser humano, inclusive os sofredores, os discriminados e desprezados pela sociedade ou família, o sEu olhar é poderoso, cheio de ternura e compaixão, e resulta em bênçãos sem medida. Se apresente diante dEle agora, e verás os grandes resultados, ALELUIA!

III – JESUS CHEIO DE ÍNTIMA COMPAIXÃO (v.13):

Como vimos, o olhar de Jesus é diferente de qualquer mortal, quando viu a viúva em sua tristeza, ‘moveu-se de íntima compaixão por ela’. É forte o sentimento de Jesus, o texto é claro, intima compaixão, ou seja; Ele se compadeceu dela, e a ação de Jesus quando se comparou foi de consolala.

Ele é o mesmo (Hb 13.8) ‘ Jesus cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamente’, a sUa ação consoladora   permanece, como agiu com a viúva está disposto a agir por você agora, Ele tem as palavras de vida eterna, Ele tem todo o poder.

IV – AS TRÊS AÇÕES DE JESUS (v. 13,14):

Após Jesus ver a mulher, compadecer-se dela, sentir a sua dor,Ele proferiu uma palavra de consolo:

1 – Não chores (primeira ação):

Normalmente quando estamos em uma situação como esta, ‘choramos os que choram’ e nossas palavras de consolo para os entes queridos dificilmente ou nunca são: “não chores”,mas o diferencial aqui é que quem as pronunciou não foi qualquer mortal, e sim Jesus cristo, o filho de Deus, o autor da vida.

2 – Aproximou-se e, tocou o esquife (segunda ação):

Agora Jesus, firme se dirige em meio a multidão, decidido e toca no esquife, o texto relata: ‘ e os que o levavam pararam’, no toque de Jesus há autoridade, quando Ele gesticula é porque vai operar mais um milagre, se você precisa de um gesto de Jesus, a Bíblia diz: “chegai-vos a Deus e Ele se chegará a vós”(Tg 4.8).

3 – Jesus profere palavras de poder (terceira ação):

As palavras de Jesus foram: “jovem, eu te digo:levanta-te”. Ou seja; Jesus ordenou, mandou que o ‘defunto’ se erguesse, sempre é assim, Jesus operando o impossível. O resultado foi logo visível, o jovem se assentou e começou a conversar e foi entregue a sua mãe.

Se Jesus não está morto, e permanece o mesmo e podemos nos chegar a Ele, e se Ele continua com o coração cheio de compaixão, alegre-se, ainda há esperança para a tua situação.

V – NÃO CHORES, LEVANTE-SE:

Agora vamos encerrar com ministração,  concluo esta rápida mensagem dizendo; que após as palavras de consolo de Jesus, ‘não chores’ e as palavras de poder ‘jovem, eu te mando levanta-te’, com certeza a viúva agora era a mãe mais feliz da cidade de Naím.

Jesus continua especialista em mudar situações, aqui neste texto vemos a tristeza transforma-se em alegria, se você se encontra triste,sofrendo, eu te convido a entregar a sua vida a Jesus, nEle encontramos abrigo, em sua palavra (Bíblia) as respostas aos dilemas do ser humano. Neste relato o resultado da ação de Jesus foi alegria e temor, o versículo(v.16) diz que todos ficaram cheios de temor e louvavam a Deus.

Eu o convido a louvar a Deus, creia em suas palavras e receba vitória hoje. Vamos orar?

“Senhor Jesus, entrego minha vida a ti por

Completo, perdoe os meus pecados e ministres

Em minha vida, tuas palavras são poderosas ,

Podem inverter toda e qualquer situação,

Agora te agradeço por tua revelação e te louvo,

Glória ao teu nome. Obrigado(a) por tua palavra AMEM!”.

Jeferson Rocha.

Páscoa – Foi po Amor

Domingo de  – 2015 – 2016 – 2017

Domingo de Páscoa, a maior festa do Cristianismo

Brasil 2015 2016 2017 2018 2019
Domingo de Páscoa 5 de abril 27 de março 16 de abril 1 de abril 21 de abril

De acordo com as tradições cristãs, a Páscoa é a festa que celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. Segundo a Bíblia, Cristo foi morto e sepultado em uma sexta-feira, e seu túmulo foi encontrado vazio no domingo seguinte. Depois de alguns dias, ele apareceu várias vezes para seus discípulos, comprovando que realmente voltara dos mortos.

As origens da comemoração da Páscoa, no entanto, são muito mais antigas..

Páscoa hebraica

A palavra “Páscoa” vem do hebraico “Pessach”, que significa “passagem”. Para o povo judaico, a Pessach ou Festa da Libertação comemora o fim do período de escravidão e a saída do povo hebreu do Egito, que aconteceu aproximadamente em 1.280 a.C.

Nessa época, segundo a Torá (livro sagrado judaico), Deus amaldiçoou o Egito com as dez pragas bíblicas. Antes da última praga, ordenou a todas as famílias hebreias que sacrificassem um cordeiro e marcassem as portas de suas casas com o sangue do animal no dia 14 do mês de Nissan.

À noite, as famílias comeram a carne do cordeiro com ervas amargas e pão sem fermento. À meia-noite, Deus enviou um anjo que matou todos os primogênitos do Egito, inclusive dos animais. O Faraó, com medo, concedeu a liberdade ao povo hebreu.

Páscoa pagã

A Páscoa também tem raízes em uma celebração que era realizada anualmente pelos povos pagãos da Europa em homenagem à deusa Ostera ou Esther (em inglês, a Páscoa é chamada de Easter).

A festa celebrava o equinócio de primavera, que marcava o final do inverno, período de frio, fome e dificuldades. Ostera, Deusa da Primavera ou da Fertilidade, era representada segurando um ovo nas mãos e observando um coelho, símbolos do renascimento da natureza. As celebrações também incluíam flores e fogos de artifício. Os ovos eram pintados com cores alegres e símbolos ritualísticos e oferecidos aos Deuses.

Enfim, o Ano Novo é celebrado com votos de felicidade, prosperidade, amor e esperança. É tempo de reflexão sobre o ano que passou, e também sobre o ano que está por vir.

Dia da Páscoa

A Páscoa é uma festa móvel, celebrada no domingo seguinte à primeira lua cheia da primavera. Essa data foi determinada pela Igreja Católica no Primeiro Concílio de Niceia, realizado no ano de 325 d.C. Na prática, varia entre 22 de março e 25 de abril.

Em alguns países, como Alemanha, Itália e Bélgica, a Segunda-Feira de Páscoa também é feriado.

O povo judeu ainda celebra seu Pessach no dia 14 do mês de Nissan (primeiro mês do calendário hebraico e sétimo do calendário civil).

Ai de mim se não pregar o evangelho.

Por conta de um “cacoete” do pensamento humano, o nosso coração, muitas vezes, é tentado pela idéia de que a vida cristã é uma vida de alternativas. É como se estivéssemos diante de várias escolhas, vários caminhos, e que qualquer um deles poderia nos levar à plenitude do que Deus estabeleceu para nós. Isso é um engano! A vida cristã é uma vida de possibilidades e de condições, mas com uma só direção. Quando Deus nos desafia nesta determinada direção, Ele estabelece um alvo. Algo totalmente possível, pois Ele nos dá, ao mesmo tempo, os critérios e as condições para que isso seja assim. Ele não só revela o alvo a ser alcançado, gerando em nós o querer alcançá-lo, como nos dá, também, as condições de alcançá-lo. Enquanto nos enchemos com a Sua Palavra, pelo Seu Espírito Santo, Ele vai revelando a nós os segredos do Seu coração, ocultos em Cristo. De modo que, nossos olhos vão sendo abertos. Assim, na medida em que seguimos o Caminho que Ele mesmo aponta para nós, em plena submissão à Sua vontade, Seus desígnios eternos vão se cumprindo em nós e através de nós. Tanto Davi, quanto Paulo, compreenderam a singularidade e a supremacia da vontade e do propósito de Deus em suas vidas. No Salmo 139, Davi suplica a Deus para que examine os vários caminhos que ele tem no coração, pois ele não quer seguí-los, mas quer ser guiado por um caminho único, o caminho eterno. Já o apóstolo Paulo, na carta aos Filipenses, diz que seu compromisso é atingir o alvo, e não “um alvo”. Sua perspectiva de caminhada não considera qualquer alternativa diferente da que Deus havia estabelecido, que ele chama de vocação soberana. É segundo esse entendimento que o mesmo Paulo escreve a Timóteo: “Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina”. (II Timóteo 4) Sua palavra não tem o teor de um convite que pode ser aceito ou não, dependendo do interesse ou da motivação do convidado. Pelo contrário, se trata de uma intimação, de uma direção a ser seguida. Não fosse a relação íntima e profunda que desfrutavam, e a consciência segura que Paulo tinha de seu papel na vida daquele que chamava de filho, tal palavra poderia soar agressiva ou arrogante. Contudo, são amigos, companheiros do mesmo Caminho, se esforçando para verem cumprida, na vida um do outro, a soberania da vocação de Deus para ambos, buscando atingir, com todas as forças, o mesmo alvo. Que direção é essa? Que alvo é esse? Afinal, onde está a essência de toda vontade de Deus para nós, e de que maneira podemos cumpri-la? Que preguemos a Sua Palavra de todas as formas, por todos os meios e com todas as nossas forças. Que Suas virtudes sejam manifestas através de nós, o Seu povo. Que todos O conheçam e desfrutem de Seu amor e bondade. Que toda a ignorância seja removida dos corações e mentes. Que a luz resplandeça nas trevas. Não temos que ficar nos perguntando sobre o que fazer, ou se devemos fazer. Tampouco, a quem devemos pregar e quando. A única pergunta que ainda nos cabe é como. Deus quer que preguemos, em toda e qualquer situação e a todas as pessoas em todos os lugares. Afinal, como crerão, se não há quem pregue? Os campos estão brancos para a ceifa, só faltam mais trabalhadores. Os corações estão desejosos de conhecer o verdadeiro amor, a criação geme como quem tem dores de parto. Todos à espera de que os filhos de Deus se revelem. Nosso clamor deve ser, para que Deus mande mais trabalhadores com o coração ardendo de desejo por pregar as boas novas aos pobres e perdidos. Suplicar para que sejamos sensíveis aos gemidos das pessoas, a fim de que nossa palavra seja temperada com sal, gerando graça no coração dos que a ouvem. E, que Ele nos instrua, em cada situação e lugar, quanto aos meios mais adequados e eficientes a serem usados; que as portas se abram e os recursos necessários sejam liberados. Na medida em que essa Palavra viva e eficaz, o poder de Deus para salvação de todo o que crê, vai alcançando pessoas de todos os lugares, de todos os povos, de todas as línguas e nações, vai trazendo à luz os filhos de Deus. Até que, depois de um breve período de dores, lágrimas, renúncias, sacrifícios, venha o fim. A destruição de todo domínio, poder e autoridade que subjugam a terra, para que ela seja, enfim, totalmente coberta pela glória de Deus. Portanto, diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por Sua manifestação e Seu Reino, eu vos exorto solenemente, veementemente, vos conjuro, a que estejam preparados para pregar essa Palavra, a tempo e fora de tempo. De todo o coração, vos conclamo a que retomemos o ardor e a paixão da nossa pregação. Que cada um de nós cumpra, e bem, a obra de um evangelista, na firme convicção de que essa é a vocação que se impõe sobre nós.

Maranatha, ora vem Senhor Jesus!

Paulo Jr. – Conselho

Atletas de Cristo – Barueri

Atletas de Cristo, espalhados pelo Brasil e também fora do país…
Confira em http://www.atletasdecristo.org/conteudo.php?p=grupos-locais os Grupos Locais oficialmente reconhecidos por Atletas de Cristo.

Ressaltamos que o objetivo dos Grupos Locais não é a realização de jogos, atividades físicas e esportivas, formação de times, escolas de esporte ou promoção de jogadores, o objetivo dos Grupos Locais é o desenvolvimento de um atleta cristão maduro por meio das reuniões Fixas, de Pré Temporada ou Concentração.

 

Oração do mês de Fevereiro

Oração mês Fevereiro

Aconteceu no último domingo 14/2, às 6h a Oração da Manhã, na CTPF; onde Deus nos trouxe sua palavra, contida em Marcos 3:13-14, através do Pr Jocimar, para nossa reflexão nesse mês:

“Jesus subiu um monte, chamou os que Ele quis, e eles foram para perto Dele. Então escolheu doze homens para estarem com Ele e serem enviados para anunciar o evangelho. A esses doze Ele chamou de apóstolos.”

O Senhor assim chamou a muitos, porém escolheu a poucos para estarem com Ele; o que isso remete que não fomos nós que escolhemos a Jesus, mas sim Ele, o próprio Deus! Muitas vezes não temos essa percepção de entender e aceitar que Ele nos separou, privilégio não é mesmo?!

A sua excelente obra Ele fará a todos que se disporem a Ele, mas no meio de muitos Deus designou a alguns, o ide!

Sempre haverá multidão perto do Senhor, mas queira estar com Ele, ser íntimo Dele, andar com Ele! As demais situações como pregar, expulsar demônios, ser abençoado serão consequências secundárias.

A minha obediência e meu amor pelo Senhor gera intimidade com Ele!

Ninguém pode ser íntimo de uma pessoa sem a conhecer!

Temos uma batalha diária contra nós mesmos; o adversário já é um inimigo vencido! Aleluia!

O que nos faz andar longe do Senhor, somos nós mesmos, nossa fraqueza, nosso orgulho, nossa falsa razão, nossa ansiedade, nossa precipitação….

Ir ao encontro de Jesus é nossa grande vitória! Andemos com Ele!

Ótimo mês! Deus é conosco!!!

Luciene Helena

Campanha ¨Permitindo Ser Transformado¨

Qual o segredo de uma vida Transformada?

 

- Eu desejava ser feliz. Queria ser a pessoa mais feliz do mundo. Eu também desejava ter significado na vida. Estava procurando respostas para perguntas como:

  • “Quem sou eu?”
  • “Por que estou aqui no mundo?”
  • “Pra onde eu vou?”

Mais do que isso, eu também desejava ser livre. Queria ser a pessoa mais livre do mundo. Liberdade pra mim não era simplesmente fazer aquilo que quero fazer — qualquer um pode fazer isso. Para mim, liberdade significava ter o poder de fazer aquilo que você sabe que deve fazer. A maioria das pessoas sabe o que deve fazer, mas não tem o poder para fazer. Então eu comecei a buscar respostas.

Onde se pode encontrar mudanças positivas?